terça-feira, 8 de novembro de 2011
Transporte público
Vamos enumerar aqui agora os diversos tipos de transportes públicos, e as vantagens e desvantagens de cada um deles.
1-Ônibus:
Popularmente chamado de busão pelo povo, dentre as vantagens de usar o busão, podemos dizer que você contribui com o meio ambiente ao utilizar esse método de transporte em massa e blá blá bló, mas como eu sei que ninguém que lê esse blog liga pra essas besteiras de meio ambiente iremos desconsiderar esse assunto.
Vamos as verdadeiras vantagens agora de se usar o busão:
...
...
...
Agora vamos as desvantagens:
-Ele demora pra cacete pra passar no ponto
-Ele para em todos os pontos que algum ser vivo, se existir um cachorro no ponto, e ele abanar o rabo, o busão com certeza irá parar.
-Sempre que você pegar o busão, pode ter certeza de uma coisa, você chegará atrasado.
-Só tem pobre.
Abaixo, um exemplo de ônibus operando abaixo de sua capacidade máxima.
2-Metrô
Transporte público utilizado em grandes cidades, portanto alguns leitores do nosso blog não fazem nem ideia do que seja isso.
Dentre as vantagens de andar de metro temos:
-Você se estiver revoltado com a vida, pode se matar, se jogando na linha do metrô quando o mesmo estiver chegando na plataforma.
-Fica uma voz te falando qual a próxima estação.
Desvantagens:
-Em horários de pico, existe uma espécie de "corrida do ouro" no metrô, onde a educação do povo passa longe.
-Quando você consegue um assento no horário de pico, pode ser considerado uma conquista no status pessoal da pessoa.
Abaixo temos uma imagem, do organizado sistema de espera pelo metrô nas suas plataformas.
3-Trem
Tranporte público utilizado em regiões metropolitanas, o que alguns leitores também não sabem o que é isso.
As vantagens de andar de trem:
-Existem vendedores ambulantes, assim, você não passa fome no trem (se tiver dinheiro)
-Existem vozes sempre te ajudando, e dando dicas e conselhos necessários como é o caso da frase "Cuidado com o vão entre o trem e a plataforma!"
Desvantagens:
-As "viagens" costumam demorar.
-Estou com preguiça de pensar em outra desvantagem.
Abaixo uma imagem de um trem.
Sapatos
diones estava sentado de frente para mim, mas parecia não ter me notado. parecia aguardar alguém iminente, seu olhar se voltava alternadamente para esquerda e para direita, algumas vezes olhava sobre o ombro esquerdo para verificar se alguém vinha dali. tinha as mãos sobre os joelhos, de uma maneira confortável, de forma que seus dedos repousassem na parte interior de suas pernas, apontando uns para os outros, mais para o chão talvez, e seus polegares indicassem sua virilha, de forma bem natural. mas isso não era o que mais chamava a atenção para sua pessoa, e sim a maneira como movimentava os tornozelos, para cima e para baixo, retirando os calcanhares do chão, para cima e para baixo, mas sempre mantendo a ponta dos pés em contato com o solo. vc pode achar tudo isso sem importância, e eu até diria que era, se não fosse por um curioso detalhe. seus sapatos. havia algo de especial naqueles sapatos, algo que eu não saberia dizer o que era. à primeira vista não passavam de simples sapatos pretos, de bico quadrado, sem qualquer tipo de amarras, exigindo que o encaixe com os pés do dono fosse perfeito. notava-se que ja haviam sido bem usados, porém estavam bem lustrados, eu diria até cuidadosamente lustrados. eles chamavam tanto a atenção para si que se tornava insignificante o fato de diones não calçar meias, e de suas calças serem demasiado curtas também. eu poderia descrever melhor aqueles magníficos sapatos, mas acho melhor apenas contar o que se sucedeu, assim vc poderá entender por si mesmo a importância de tais preciosidades.
o diálogo que reproduzo a seguir é uma versão, quase que integral, do que me recordo de ter ouvido então, entre diones (que falava de forma muito mais polida e agia de forma muito mais decorosa do que de costume) e carl, que havia se aproximado sem que eu percebesse, e se destacado do resto dos transeuntes apenas quando dirigiu a palavra para diones. as características físicas relevantes de carl poderão ser percebidas no diálogo, portanto não farei sua descrição. outras informações interessantes poderão ser percebidas pelo leitor atento, como a relação entre as duas personagens, de intimidade, porém altamente respeitosa. enfim:
carl - e então? como foi lá?
diones - oh, vc não vai acreditar, foi tudo maravilhoso!
c - sério? eles gostaram?
d - se eles gostaram? eles amaram. do começo ao fim, foi tudo perfeito!
c - haha, parabéns diones, eu sabia que vc ia conseguir. conte-me, conte-me como foi, homem.
d - sabe de uma coisa?
c - o que?
d - vc estava certo. eu quase não acreditei, mas... foram Eles carl. o jeito como eles olhavam, quero dizer, eles não paravam de olhar para Eles, e então... foram os sapatos carl, vc estava certo, foram Eles...
continua...
a segunda, e última, parte dessa história já está escrita, e se encontra num bloco de notas no meu desktop, porém só irei publicá-la se houver um número satisfatório de comentários clamando por ela, que, confesso, é a melhor de todas.
lembre-se que comentando nesse post vc concorre ao prêmio que será sorteado após eu publicar a última parte desta história, além de ajudar os cientistas na busca pela cura ao câncer.
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Dia do Riso
esse post[1] na verdade é uma fusão dos dois últimos, que falavam, em ordem cronológica inversa, sobre um "dia do" e sobre sor"riso". antes de começar a escrever, fui verificar alguns dados na principal fonte de informação mundial, a wikipédia, e ela me esclareceu uma dúvida que eu tinha, e aqui eu a cito:
"O riso é uma parte do comportamento humano e é regulado pelo cérebro."
é por causa de informações desse tipo, construtivas e elucidatórias, que a wikipédia se tornou tão confiável. e eu que achava que o riso fosse controlado pelo pâncreas!
falando mais seriamente, existe uma teoria que afirma que o riso é uma resposta a percepção de incongruidade, ou seja, quando um fenômeno não obedece a um conceito nosso riso tem a função de liberar a energia psíquica que foi mobilizada por expectativas falsas. isso explica pq ironia e sarcasmo são engraçados.
se vc ainda tem alguma dúvida sobre as causas e efeitos do riso, consulte o gelotologista mais próximo. caso não encontre um na sua cidade (ou país), pesquise no ask.com "gelotologia", que é o estudo da água em estado sólido e também dos efeitos psicológicos e fisiológicos do riso. como dizia Einstein, pai da gelotologia, "rir é o melhor remédio". Freud, juntamente comigo, constatou um fenômeno na sociedade, o qual descrevo a seguir: se um indivíduo é econômico com seus risos (mal humorado), assim que este rir diante de duas ou mais pessoas, seguir-se-á o comentário "fulano viu passarinho azul hoje" ou "fulano deve ter dormido muito bem, pra tá feliz desse jeito", obviamente, tais comentários só serão pronunciados assim que o praticante do riso não estiver mais presente. portanto, ria diariamente, com moderação e nunca sozinho, pois caso seja flagrado rindo sozinho, será considerado automaticamente louco.
e vc, é do tipo que ri com zorra total? monty python? filmes do adam sandler? woody allen? se vc riu em algum momento enquanto lia esse post deixe um comentário, pois é de graça e ajuda as crianças na áfrica.

[1] leia-se pósti, igual ao que tem na rua, pois é mais engraçado que pôst.
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Dia do Funcionário Púbico
Pra quem não sabe, hoje é comemorado o Dia do Funcionário Público, profissional responsável por... por... bem, um profissional muito importante em nossa sociedade. O funcionário público é contrato pelo município, estado ou país para trabalhar para o povo, em instituições públicas. E é o único profissional que é pago para não fazer absolutamente nada.
Ser funcionário público implica em não fazer nada, não porque não tem nada para ser feito, mas sim porque os funcionários públicos não sabem exatamente o que têm de fazer. E como fazer tal pergunta soa muito mal, é preferível fingir trabalhar a perguntar isso. O mais curioso é que todos fingem trabalhar, procurando descobrir o que os colegas de trabalho fazem, enquanto que os próprios colegas fazem o mesmo – fingem trabalhar tentando descobrir a função dos demais dentro daquele órgão público. A esperança guardada no íntimo de todo funcionário público é de um dia descobrir que os demais funcionários também não fazem nada e poder confessar que enfrenta há anos a mesma situação, a de não fazer nada. E que juntos possam rir desse atoleimado mal estar gerado pelo engodo, e dali em diante, tornem o ambiente de trabalho um local mais amigável, sem precisar dos fingimentos.
Mas é provável que isto seja uma utopia e nunca aconteça, pois ninguém vai dar o braço a torcer, com medo de descobrir que todo mundo trabalha e que ele é o único vagabundo da repartição. Embora isso também nem seja um problema tão grande, pois é do conhecimento de todo mundo que funcionário público não pode ser mandado embora por motivo algum, mesmo que durma nas oito horas de trabalho e depois elogie a mãe do superior imediato.
Enfim, este post é para homenagear estes profissionais tão importantes na vida de todos nós: os funcionários públicos. E se você, assim como eu, também é funcionário público: meus parabéns!
E só para constar, o "púbico" no título do post foi totalmente proposital porque... bem, não tem um porquê.
... e um trabalhador comum, com jornada de trabalho
superior a 16 horas diárias, otimista num futuro melhor.
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Sorria, você está sendo filmado!
Pois é meus amigos,mas a verdade é que essa placa está lá pra dizer outras coisas, ele não está lá pra você ficar sorrindo igual o garoto modelo da propaganda do sorriso-colgate, ela está lá pra dizer que é melhor não tentar roubar, pois você está sendo monitorado pelas camêras de segurança.
O duro é que tem lugares em que você vê a placa, e fica olhando pra cima, procurando, pra ver se realmente tem alguma câmera filmando, e a surpresa é que muitas vezes você não encontra a tal camêra, ai surge o mistério "Será que realmente existe algo filmando, ou essa placa está aqui só pra parecer que este estabelecimento tem um sistema de segurança, quando na verdade não tem nada?" é uma dúvida terrível.
Enfim meus amigos, quando virem que estão sendo filmado, desconfiem, procurem a câmera e jamais, em hipótese alguma sorriam, ou vocês podem ter uma foto divulgada desse jeito:
sábado, 15 de outubro de 2011
Sobre Comentários Clichês
“Nossa, mas como esse ano tá passando rápido! Esses dias mesmo o ano estava só começando e agora já estamos em outubro?!”
A maioria de nós já ouviu esse e outros comentários, pois em toda parte existe uma pessoa intelectualmente capaz de fazer um comentário deste tipo. E foi pensando em comentários assim que decidi fazer uma pequena lista com diversos comentários clichês:
1 - Comentários sobre o tempo cronológico: o já citado clichê sobre a sensação de que de uns tempos pra cá o tempo começou a ficar mais veloz.
Exemplo: “Nossa, outubro já?! O ano começou esses dias e já tá quase acabando?!”
2 - Comentários metereológicos: quando o silêncio não é uma melhor opção, falar sobre o clima é uma boa pedida.
Exemplos:
A - “Nossa, mas como ta quente hoje, viu?”
B - “E esse tempo rapaz? Não sei não, hein... não sei não...”
C - “Chove ou não chove hoje?”.
3 - Comentários sobre o desenvolvimento físico humano: quando crescer torna-se algo surpreendente e inesperado.
Exemplo: Aquela tia-avó – tia materna da mãe - que o adolescente nunca viu e só ouviu falar por nome, chega em casa para visitá-los. O garoto, após cumprimentar com certo constrangimento a frágil senhora, ouve encabulado aos comentários dela, observando-lhe a expressão de surpresa que se estampa em seu rosto, após cada palavra dita:
-.s cada palavra.e se estampa em seu rosto, ap expressa, observando-lhe do aos comento a sitmento daruba e nos pdo.fazer um coment Nossa, mas como que ta grande o seu filho! Olha, como que cresceu esse menino! Gente do céu!
4 - Comentários sobre o cotidiano: quando viver torna-se uma completa rotina.
Exemplo: Duas mulheres de meia-idade encontram-se na rua e trocam um curto diálogo:
- E aí, contente com o feriado de amanhã?
- Ah, isso é bom né. Se bem que pra gente que cuida de casa, com feriado ou sem feriado tem que trabalhar do mesmo jeito!
- Nem me fale. Já to até pensando naquele balde cheio de roupas sujas me esperando. Amanhã tenho que lavar a roupa, e se Deus quiser fizer um sol bom, já seca tudo, amanhã mesmo recolho e já passo, dou uma limpada nos armários, dou uma boa limpada na casa e só depois descanso um pouquinho.
- Mas o mais difícil de tudo amiga, é ter que cozinhar para as crianças e para o marido. O marido nem pra ajudar também. E os filhos nem querem saber se você está cansada ou não, eles querem é comer.
5 - Comentários sobre a insignificância humana: quando nós mesmos não nos achamos dignos.
Exemplo: ”É, a gente não é nada nesta vida, né? Num momento a gente tá bem, e vem qualquer doencinha e já derruba a gente e nos põe de cama. É nessas horas que a gente dá valor a saúde da gente”.
6 - Comentários sobre as dificuldades da vida: quando desabafar torna-se uma válvula de escape.
Exemplos:
A – “É, quem disse que ia ser fácil?”
B – “Rapadura é doce mas não é mole não, hein? Não.. é... mole... não...”
C – “É, me disseram que não ia ser fácil, mas também não disseram que ia ser tão difícil!”
D – “É seu Joaquim, a vida não tá fácil pra ninguém.”
E – “Essa vida não é brinquedo não.”
F – “É meu amigo, o jeito é trabalhar, porque a vida só é dura pra quem é mole.”
7 - Comentários sobre pessoas: quando expressões diferentes são necessárias para definir alguém.
Exemplos:
A – “Esse cara é uma figura! É uma figura! É uma figura! Seu Marlon é uma figura!”
B – “Esse Zezinho quando fizeram jogaram a forminha fora! Zezinho não tem outro igual! É único esse cara!”
C – “Ah, mas tinha que ser o Tonho. Se fosse outro eu nem iria acreditar, mas é a cara do Tonho esse tipo de coisa.”
D – “Seu Chico, seu Chico. Cê que é o Chico Anísio?”
8 – Comentários sobre mais um dia: quando o dia atual é digno de assunto.
Exemplos:
A – “É hoje, hein? É hoje! Sexta-feira!”
B – “Hoje foi o dia! Hoje foi AQUELE dia...”
C – “É, seu João, hoje o dia promete!”
9 - Comentários sobre a vida alheia: quando fofocar parece bom.
Exemplo: Duas senhoras conversam:
- Cumadi, você ficou sabendo que a Lúcia, filha da dona Benedita, amigou?
- Nossa, eu nem fiquei sabendo, cumadi. A Lúcia é aquela branquelinha, magrinha?
- Não cumadi, essa aí é filha da dona Conceição, e chama Sônia.
- Ah, é mesmo...
- A Lúcia que eu to falando é uma menina de cor, gorda, gorda, gorda...
- Ah cumadi, não vai me dizer que ce ta falando da Lucia filha da Benedita do Sebastião eletricista?
- Essa mesma!
- Nossa, mas esses dias mesmo eu tava no guardamento da dona Tereza e ouvi um comentário que ela tava prenhe.
- E ela ta! Ta de quatro meses já, cumadi.
- Nossa, cumadi.
Dizem que 10 é um número mágico, mas seja por preguiça, seja por falta de criatividade, ou seja para fazer oposição ao mundo, esta lista contém apenas 9 tópicos. E este post também não tem imagens. Para ser mais preciso, este post é uma droga. Se não estiver satisfeito, é com um enorme prazer que eu o convido a retirar-se daqui. Não volte nunca mais. Você não é bem-vindo.
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Sobre Um Texto Nonsense
Já foi identificado o corpo do homem que faleceu ontem à noite numa tranquila rua da cidade de Piraju. Segundo relatos, o indivíduo tomava pileque e caminhava tortuosamente defronte ao Bar Pra Gente Rir, visivelmente alcoolizado e ainda por cima bêbado, sem apresentar quaisquer sinais de melhora. De súbito, uma mulher que passava ali em frente, dita esposa do indivíduo, discutiu com ele, proferindo baixo calão e blasfêmias. Um dos colegas de bebedeira de João da Silva (42) - a vítima - disse em seu depoimento que a discussão, iniciada pela mulher, durou entre três e cinco minutos - dez no máximo. Logo em seguida, a mesma seguiu caminho. Mas ela voltou.
O movimento seguia alto no Bar Pra Gente Rir quando, entre cinco a dez minutos depois de partir - quinze no máximo - a esposa e irmã da vítima ressurgiu. Ela carregava numa das mãos um galão com líquido inflamável, um isqueiro na outra e uma caixa de fósforos na outra. O dono do bar, em seu relato, afirmou que nova discussão ocorreu na calçada que ficava em frente ao seu estabelecimento comercial. Vários depoimentos corroboraram para que a polícia posteriormente chegasse à conclusão de que a mulher - e irmã - de João entornou o galão sobre ele, derramando o líquido inflamável sobre este, que tentava em vão entender o que sua amásia fazia. Em seguida ela proferiu a seguinte frase “Você quer álcool, seu infeliz? Então eu vou te dar álcool!”, ao mesmo tempo em que riscava o fósforo e o jogava contra João.
Uma bola de fogo ergueu-se onde antes encontrava-se a figura mongólica de João, o bêbado. Gritos horríveis foram ouvidos, acordando diversos moradores, enquanto a mulher – irmã e também sobrinha de João – fugia do local do crime. Os demais bêbados que se encontravam no bar nada puderam fazer para salvar João, que ardia em fogo e caminhava diabolicamente pela rua, tentando livrar-se da dor e do calor que o consumiam. Só puderam assistir imóveis à cena, enquanto expeliam vômito uns sobre os outros. O dono do bar foi o único que conseguiu agir, mas tardiamente. Quando finalmente conseguiu apagar o fogo, uma massa disforme e tostada era a única coisa que havia sobrado.
A polícia e a ambulância foram acionadas. Esta segunda nada pôde fazer, pois ao chegarem ao local, o corpo do cadáver jazia morto e já sem vida. E além de não se mexer, o corpo se encontrava completamente imóvel, permanecendo assim por alguns instantes. Exames médicos da autópsia chegaram a três conclusões importantes para continuidade do inquérito policial. As conclusões você lê na íntegra, no excerto a seguir:
“Constatei, através de exames detalhados, que a vítima realmente encontra-se morta. Através de uma perícia minuciosa, constatei ainda que a vítima sofreu várias queimaduras, algumas delas seriam muito graves até, se por sorte a vítima não tivesse morrido. E por último, mas não menos importante, cheguei a conclusão de que a vítima já se encontrava morta há pelo menos 24 horas quando foi carbonizada, dadas as condições do corpo. A causa mortis foi um ataque cardíaco fulminante. Eu, Dr. Marlon Brando, atestei. Eu, Dr. Marlon Brando, assinei. Eu, Dr. Marlon Brando, protocolei. Eu, Dr. Marlon Brando, ratifiquei.”
José da Silva (39), travesti, mais conhecido como Maria - a mulher-irmã-sobrinha de João –, foi indiciada por tentativa de homicídio premeditado culposo - quando não há a intenção de matar – e responderá o processo em liberdade.
Já João da Silva (42), o bêbado, foi encontrado há três quarteirões do Bar Pra Gente Rir. O mesmo carregava consigo 300 gramas de maconha, por isso foi preso em flagrante por tráfico de drogas e conduzido a cadeia pública local.
O corpo foi identificado como sendo de Marlon Brando Junior (28), que era um dos transeuntes que desafortunadamente passou defronte o Bar Pra Gente Rir exatamente no momento da discussão. O sepultamento será realizado hoje, às 15 horas, no Cemitério Municipal de Piraju, e o velório será logo em seguida.





